quarta-feira, 8 de junho de 2011

Diário de Mochileiro!

Imperatriz (MA) - Brasília (DF)

Olá , olá ainda não sei se alguém irá ler a este breve texto, mas estava com uma doce vontade de escrever! Terça-feira, 07 de Junho de 2011, e uma noite inqueta boa parte da madrugada acordando, inquieta, as cinco e meia resolvo levantar, tomar um banho, me preparar para a viagem. As roupas já estavam devidamente separadas, a mala na sala, e uma bolsa de lado, com o notebook e uns papéis necessários, logo decido trocar, ao invés de levar a bolsa de lado, quando com peso torna-se desconfortável, pego uma boa e velha mochila! Bom as seis da manhã saio de casa, rumo a casa de minha irmã onde me encontraria com minha mãe, como ainda bem cedo, dei uma volta na cidade, para fazer tempo, parei na porta da casa de minha irmã e esperei, uma vez que não tinha como adentrar a casa sem acordar ninguém, meus pais chegaram, abriram o portão e eu guardei meu carro, fui e comprimentei o cachorro, Galeano, hora, um dia eu conto sobre ele!

Bom exatamente as 6:20, transfiro minha mala de carro, e meus pais me levam ao aeroporto, checkin rapidamente feito, adentro a sala de embarque, e busco meu notebook, onde, comecei a organizar meus arquivos, artigos, bagunças que acumulamos, de onde veio o desejo de sair da minha prisão de preguiça, eu estava absolutamente, presa. Dessa forma, muito rapidamente, o tempo passou e já estava dentro da aeronave.

Até o momento em que eu poderia usar eletrônicos, me deparei com uma revista, "Revista mundo corporativo", simplesmente, excelente, dediquei um post a ela, e ela que me fez ter desejo de escrever. Quando bem vi, era hora do lanche e eu estava faminta, recebi meu pacotinho, duas torradas, requeijão em barrinha, geléia, bolacha recheadas e refrigerantes, ataquei, comi absolutamente tudo, ainda com um pouco de dor, devido a manutenção da parafernalia ortodôntica a que estou presa agora.

Logo já se tratava de 8:30, e eu não fazia a menor idéia de que horas tinha decolado, logo não fazia idéia de quanto tempo de vôo ainda teria, busquei o notebook e voltei a organizar minha vida virtual, estudos. Anuncio da chegada próxima, desligo e guardo minhas coisas. Pouso tranquilo, dou um pulo no toalet e me preparo emocionalmente, fiquei arrasada com a forma que eles deliberadamente jogam, arremessam nossas malas, revoltante. Pego minha única mala apenas 14 quilos, jogo a mochila nas costas e me encaminho a parada de ônibus, bem pertinho, um minuto, três minutos passa o primeiro ônibus (baú, como no DF chamado), deixo-o passar estava bem cheio, três minutos depois um homem, bem vestido oferece taxi clandestino, bem que me serviria, mas a prudência me deixou na parada esperando, e logo em seguida com menos de dez minutos, passa um ônibus pequenino, a famosa Zebrinha, e exatamente pertinho para onde preciso, embarco, tarifa, apenas um real e cinquinta, maravilha. Sentada, fácil colocar a mala, chego em 10 minutos na minha parada, Parque Shopping, subo uma escada sem muita inclinação, altura média de dois andares e estou na estação do metrô, mais uma tarifa três reais, e com menos de dois minutos passa o trem, os novos trens do GDF (Governo do Distrito Federal), amplos mas não gostei, poucos acentos para aumentar o espaço para os passageiros que não tiveram assentos desocupados, mas o que me deixou um pouco alarmada é que eu pensei em uma situação de horário de pico, em que houvessem muitos passageiros e eu por acaso estivesse em pé, minha altura seria estritamente a necessária para me segurar, pois os 'estribos' para apoio estão em uma altura for a do padrão da população brasileira. Logo cheguei ao meu destino final, estação Arniqueiras, subo a escada e encontro minha 'vizinhança', fiquei muito feliz, ao perceber que um dos maiores canteiros de obras da América do Sul quase todas as calçadas tem rampa para cadeirantes, o que facilitou demais o puxar da mala. Passo na padaria no decorrer do percusso, compro umas torradas, pães de queijo, coca-cola, rumei para o apto do meu irmão… Findados 15 minutos após a descida do metrô, estava em casa, antes as 11 da manhã…

Bom, carro próprio, avião, ônibus, metrô e caminhada… Uma boa análise e quebra da rotina, um dia bom… Um dia econômico…

Um deslocamento rápido e feliz.

Adriana

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