domingo, 12 de junho de 2011

Explorando o conhecimento!

Então em uma terça-feira , deixo a minha pequena cidade em busca de um outro local, maior, com acesso a informção, cultura e conhecimento diversificado, eclético e em abundãncia. E é sempre interessante, pois tenho a oportunidade de conversar com pessoas de diversas partes do país e por quatro dias, interagir de pertinho com elas, entender cada uma, compartilhar e receber de cada uma delas, é algo grande.

E esse mês, foi ainda mais especial, certo tempo atrás por falhas e imperícias de minha parte, havia decepcionado alguém especial, uma jovem interessante, sagaz, cheia de vida, sabe aquelas pessoas que você estufa o peito para pronunciar amiga com propriedade e convicção, essa é ela. E esse período atual, por duas vezes pudemos trocar idéias pessoalmente, uma nem tanto pois era correria e aula para ela, mas fui surpreendida por um convite a uma festa junina! Vou aqui abrir uma observação, a festa junina, em uma área enorme, deveria ser o equivalente a três/quatro campo de futebol, que logo na entrada via-se a viatura da polícia e uma ambulância, e a princípio pensei, como uma capital torna o excesso de cuidados obsessivos, a prevenção em massa, não formulei bem minha idéia. Todavia, lá chengado divesas 'barraquinhas' que se fossem aqui no interior seriam de palha, mas nesse evento não! Eram tendas, sim daquelas com armação em aço esmaltado e teto de politileno. Todas dispostas sequencialmente adjacentes umas as outras afim de contornar e fazer a demarcação da área deixando o espaço mais 'seguro', mais conciso e detalhe, eram espaçosas, bem organizadas. Por dentro, via-se varias 'artes decorativas' feitas pelos membros, bonecos utilizando tampas de garrafas e garrafinhas de iogurte, quadrinhos usando as bandeijas de EVA de mercado, corações com garrafas pets, rosas e outros. O público jovem, muitas crianças caracterizadas mostrava que antes ali havia tido quadrilhas, aborrecentes cada vez mais vaidosos, como definiu a amiga 'Justin Biebers', pais, e bom lembrar, em árvores dispostas em períodos de espaço não grandes, devidamente sinalizados extintores.

Depois de toda essa descrição resumo que o cardápio era amplo e variado o que marcou muito, foi o palco central por um determinado período de tempo tocar 'Axé', for a isso, cem por cento. Enfim, esse foi o evento, logo terminou, e depois saimos para conversar em um local tranquilo, e vi uma jovem, 20 anos de idade me dar aulas e mais aulas, de arquitetura, de história. Vi uma jovem maravilhada ao me apontar que tudo na história não foi contruído para ser belo e sim para ser forte, imponente mais arrojado do que o do outro. Que essa disposição de poder vem do tempo dos faraós egípcios, passa nos gregos, os romanos então são dominados. Fiquei encantada em saber que a cidade de Paris houve determinado tempo que foi destruída e reconstruída somente para ser Paris de um sonho, forte, imponente. Conheci grandes normes da arquitetura que antes desconhia. Vi uma criança de 20 anos apaixonada pelas transcrições históricas, enamorada pelo poder do cálculo. Noites anteriores por internet, essa colega havia me apresentado o poder que o arquiteto possuí de manipular o ambiente e com ele as emoções das pessoas. Fiquei muito absorta ao perceber tudo o que indiretamente sabia e que nunca tinha formulado uma concepção. Por exemplo os sons, somo a sonoplastia, a sonoridade de um local influência no seu estado de conforto, na suavidade. Mais interessante fica, quando essa sonoridade é aliada as luzes, a iluminação de ambientes, como valorizar um espaço, como dar poder a algo com luz, é incrível como as vezes tudo isso está implícito em nós e não articulamos. A influência do vento de um horário, do sol…. Fiquei absorta em ouvir, que aquela jovem sonha logo em breve estar entre os grandes e ser ministrante na UNB.

O que digo dessa semana? Difícil, afasto de minhas obrigações e famílias, mas por outro lado, maravilhosa, pois foi uma semana sabia, uma semana de poder e conhecimento científico, uma semana em que pude conhecer um nome fortíssimo da pesquisa Odontológica, foi uma semana que compartilhei da vida e experiência de outras pessoas e uma semana em que aprendi algo novo, algo que sem dúvida irei comparilhar com amigos, com colegas e que ficará ai,um conhecimento para a vida!

=)

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Galeano



Alguns bem sabem que ainda jovem, mudei de cidade, sair do interior e fui para a capital, Brasília. Confesso que quando cheguei, me sentia ainda caipira sem conhecer muita coisa. E aqui, é O lugar para o conhecimento, para a diversidade, a terra onde tudo é eclético, onde todos se reunem. É belo, o planalto central. Aqui conheci a real tecnologia, aqui entendi e pude compreender o real valor, monetário e sentimental de coisas e ações.

Algo que descobri aqui, são as religiões, tem todas, diversas, respeitadas, os ateus… Algo que me fez bem aqui, a LBV, a Legião da Boa Vontade, não sei discernir, não tenho conhecimento para afirmar se é uma seita, uma religião, não sei. Mas tem um templo bem interessante, com arquitetura peculiar, símbolos, cheguei aqui sem saber o que era mantra…. Sem saber o que era trance… descobri o "Om", descobri o que são mandalas, filtros dos sonhos, origamas, Brasília, foi um conhecimento sem fim.

E nesses quatro anos em que aqui vive, estive cercada por pessoas ESPETACULARES, que sem elas eu não teria sobrevivido, suportado. Mas sempre sentia falta de algo, sentia falta de uma companhia, de uma lealdade.


Desde novinha fui criada entre cães, cachorros… Sempre os tive comigo.. E não conhecia quase nada de raças, foi quando aqui cheguei, pude conhecer uma infinidade de raças, e as vezes os preços abusivos que elas possuem. E no último ano, pouquinhos meses antes de eu ir embora, meu primo, com o qual não tenho muito contato comprou um filhete, Fox Paulistinha, eu não conhecia a raça, fato. Pouco tempo depois ele não suportou a bagunça e os espanos do cachorro, o GALEANO, dito isso, meu primo desconsiderou a pequena fortuna paga pelo filhote e apenas quis se livrar dele, e meu irmão, o aceitou. Quando conheci o cachorro, bom, "que vira-lata" foi o que pensei, mas encantei com o amor, com a entrega, com o carinho do animalzinho.

Logo começaram os problemas, aprender a fazer as necessidades for a do apartamento foi uma loucura e levou alguns meses, era terrível, não bastasse isso, tudo ele ruia, destruiu um sofá inteiro, destruia meias, tudo o que via pela frente, o cachorro é frenético a energia, a vida não tem fim. Galeano além disso solta pêlos demais, não entendo como não fica 'careca'. Bom dado os fatos, em dezembro de 2010, retornarva a Imperatriz, como havia muitas coisas para levar e etc, decidimos ir de carro próprio (isso é uma história digna de post), e o Galeano mudou-se.

Hoje ele mora no Maranhão, em Imperatriz, com minha irmã, e é o cachorro de estimação do meu sobrinho que agora completa um aninho. Uma alegria só, a criança acorda procurando o cachorro, brinca, aperta, morde, bate e o cachorro leal, agora o menino aprendeu a jogar a bolinha e o Galeano fielmente brinca e pega!

Galeano deixou saudades no DF, amigos de faculdade, Felix, Mizue sempre perguntam por ele, lembram-se da danura dele… acredite levar Galeano para passear no parque era difícil. Hoje aos finais de semana, Galeano é levado para um sítio pequenino da família, onde ele adora correr, desbravar os pastos, provocar os outros animais, e afirmo, não tem na região um cachorro que corra como ele!

Uma bela amizade, de um LEAL animal de estimação,

=)

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Diário de Mochileiro!

Imperatriz (MA) - Brasília (DF)

Olá , olá ainda não sei se alguém irá ler a este breve texto, mas estava com uma doce vontade de escrever! Terça-feira, 07 de Junho de 2011, e uma noite inqueta boa parte da madrugada acordando, inquieta, as cinco e meia resolvo levantar, tomar um banho, me preparar para a viagem. As roupas já estavam devidamente separadas, a mala na sala, e uma bolsa de lado, com o notebook e uns papéis necessários, logo decido trocar, ao invés de levar a bolsa de lado, quando com peso torna-se desconfortável, pego uma boa e velha mochila! Bom as seis da manhã saio de casa, rumo a casa de minha irmã onde me encontraria com minha mãe, como ainda bem cedo, dei uma volta na cidade, para fazer tempo, parei na porta da casa de minha irmã e esperei, uma vez que não tinha como adentrar a casa sem acordar ninguém, meus pais chegaram, abriram o portão e eu guardei meu carro, fui e comprimentei o cachorro, Galeano, hora, um dia eu conto sobre ele!

Bom exatamente as 6:20, transfiro minha mala de carro, e meus pais me levam ao aeroporto, checkin rapidamente feito, adentro a sala de embarque, e busco meu notebook, onde, comecei a organizar meus arquivos, artigos, bagunças que acumulamos, de onde veio o desejo de sair da minha prisão de preguiça, eu estava absolutamente, presa. Dessa forma, muito rapidamente, o tempo passou e já estava dentro da aeronave.

Até o momento em que eu poderia usar eletrônicos, me deparei com uma revista, "Revista mundo corporativo", simplesmente, excelente, dediquei um post a ela, e ela que me fez ter desejo de escrever. Quando bem vi, era hora do lanche e eu estava faminta, recebi meu pacotinho, duas torradas, requeijão em barrinha, geléia, bolacha recheadas e refrigerantes, ataquei, comi absolutamente tudo, ainda com um pouco de dor, devido a manutenção da parafernalia ortodôntica a que estou presa agora.

Logo já se tratava de 8:30, e eu não fazia a menor idéia de que horas tinha decolado, logo não fazia idéia de quanto tempo de vôo ainda teria, busquei o notebook e voltei a organizar minha vida virtual, estudos. Anuncio da chegada próxima, desligo e guardo minhas coisas. Pouso tranquilo, dou um pulo no toalet e me preparo emocionalmente, fiquei arrasada com a forma que eles deliberadamente jogam, arremessam nossas malas, revoltante. Pego minha única mala apenas 14 quilos, jogo a mochila nas costas e me encaminho a parada de ônibus, bem pertinho, um minuto, três minutos passa o primeiro ônibus (baú, como no DF chamado), deixo-o passar estava bem cheio, três minutos depois um homem, bem vestido oferece taxi clandestino, bem que me serviria, mas a prudência me deixou na parada esperando, e logo em seguida com menos de dez minutos, passa um ônibus pequenino, a famosa Zebrinha, e exatamente pertinho para onde preciso, embarco, tarifa, apenas um real e cinquinta, maravilha. Sentada, fácil colocar a mala, chego em 10 minutos na minha parada, Parque Shopping, subo uma escada sem muita inclinação, altura média de dois andares e estou na estação do metrô, mais uma tarifa três reais, e com menos de dois minutos passa o trem, os novos trens do GDF (Governo do Distrito Federal), amplos mas não gostei, poucos acentos para aumentar o espaço para os passageiros que não tiveram assentos desocupados, mas o que me deixou um pouco alarmada é que eu pensei em uma situação de horário de pico, em que houvessem muitos passageiros e eu por acaso estivesse em pé, minha altura seria estritamente a necessária para me segurar, pois os 'estribos' para apoio estão em uma altura for a do padrão da população brasileira. Logo cheguei ao meu destino final, estação Arniqueiras, subo a escada e encontro minha 'vizinhança', fiquei muito feliz, ao perceber que um dos maiores canteiros de obras da América do Sul quase todas as calçadas tem rampa para cadeirantes, o que facilitou demais o puxar da mala. Passo na padaria no decorrer do percusso, compro umas torradas, pães de queijo, coca-cola, rumei para o apto do meu irmão… Findados 15 minutos após a descida do metrô, estava em casa, antes as 11 da manhã…

Bom, carro próprio, avião, ônibus, metrô e caminhada… Uma boa análise e quebra da rotina, um dia bom… Um dia econômico…

Um deslocamento rápido e feliz.

Adriana

Publicidade escrita

No decorrer de nosso cotidiano somos inundados por uma voracidade quantidade de informações fúteis, falaremos aqui de revistas, que quando muito baratas tratam de novelas, reality shows, vidas dos badalados e etc, outras, trazem culinárias, dietas milagrosas, dicas de como ficar ricos e as mais 'populares' inundam nossas casas com influência política, manipulação de escandalos entre outras.

Boas revistas tem o preço um pouco mais elevado, muitas vezes sendo inviável a leitura rotineira, algumas excelentes direcionadas para cada área. Hoje, - 07.07.11 - durante o percuso aereo na empresa TAM, fui surpreendida por uma revista totalmente nova em meu conhecimento e que muito me felicitou, pois é uma revista pisitiva, que engrandece e valoriza o país, abaixo colocarei trechos na íntegra, outros comentados, espero que aproveitem,

Revista Mundo Corporativo - n° 32 - Abril-Junho 2011

Matéria : A cultura do crescimento

" Apesar de desafios como investimentos para infraestrutura, juros elevados, carga tributária pesada e carências no nível de escolaridade, os empresários entendem que, no longo prazo o modelo macroeconômico brasileiro é eficaz e, portanto, acreditam no futuro", análisa José Paulo Rocha.

… O Capital humano é enxergado hoje como um dos elementos fundamentais para o crescimento e sustentação das organizações."

Matéria: O encaixe do talento técnico

"A economia aquecida e o olhar do mundo expoõem uma questão a ser solucionada no País: a falta de mão de obra técnica. Encontrar o talento para a lacuna aberta é o desafio, já sentido em setores prósperos. Enquanto isso, estrangeiros vêm preencher o déficit e aproveitar o ambiente de negócios."

… Os profissionais que estão chegando ao Brasil atuam principalmente nas áreas em que são necessários conhecimentos relacionados a novas tecnologias, por exemplo, engenharia fina, biotecnologia e geologia."

Matéria: Salto a diversidade

"No século 21, a participação decisiva das mulheres no desenvolvimento de países é realidade. Líderes do sexo feminino garantem pluraridade e potencializam resultados nas organizações. Apesar dos avanços, ainda há muito espaço a ser conquistado."

http://www.deloitte.com.br/

Meu desejo? Encontrar mais dessas revistas, que valorizem nosso País, nosso potencial, que a nossa educação básica seja aprimorada, que o elemento humano tenha melhores valores e que, possamos realmente até 2025, sermos a quinta economia mundial, detalhe, ensino gratuito é uma garantia por lei a mais de cinco décadas em nosso País.

Até mais,

Adriana